Seria mesmo o fim da possibilidade de Sheldon e Penny?

Muito alarde foi feito de ontem para hoje, atribuindo a Chuck Lorre a frase “Nada de romance para Sheldon e Penny”. Analisei a fundo a notícia e, na verdade, a introdução do site é que tendia a tal interpretação, inclusive dizendo para os shippers de Sheldon e Penny jogarem a toalha. Todavia, não foi isso que Chuck Lorre disse. Além de traduzirmos a notícia original (no final da página), com os trechos da entrevista, vou tecer alguns comentários a respeito da estrada que os personagens seguiram até agora.
Sim, como diz Lorre, Sheldon é um personagem peculiar e totalmente voltado à ciência e não preocupado com relacionamentos, simplesmente ele não se importa. Sua falta de interesse em relacionamentos não o torna assexuado, contudo, como os próprios roteiristas já deram a entender em vários episódios, como no “Piloto”, em que ele diz que Penny é atraente, no episódio da segunda temporada em que ela joga vídeo-game com eles, em que ele, novamente, diz que ela é atraente, afirmando que “ninguém pode ser tão atraente e boa no vídeo-game ao mesmo tempo”. Recentemente, ele espiou Penny nua, reparando inclusive em uma tatuagem do ideograma para “sopa” na nádega dela.
Curiosidades da série Chuck – Parte 1
No estilo do que já fizemos com a primeira temporada da série The Big Bang Theory, estamos aproveitando o retorno da série Chuck, que está na sua terceira temporada e cujos três primeiros episódios mostraram que a série, antes ameaçada de “extinção”, veio com tudo para ficar.
A nova temporada tem muito mais ação e aventura, muito mais riscos reais envolvidos na trama, ponderando aquele bom toque de comédia com um misto de drama que já é característico da série para quem a conhece.
Ação, aventura e… Nerdice! Claro, com Chuck trabalhando na “Nerd Herd”, e sendo ele mesmo um nerd, a série é repleta de referências a elementos comuns ao mundo dos nerds, tanto na fala dos personagens quanto em suas ações e em elementos dos cenários.
Preparamos para vocês uma série de curiosidades sobre o início da primeira temporada. Para quem já via a série, seria legal revê-la, ao mesmo tempo em que acompanha os novos e excelentes episódios, e para quem ainda não viu… bom, talvez seja a hora de começar!
Entrevista com Jim Parsons – O Geek herdará a Terra

À primeira vista, o Dr. Sheldon Cooper, PhD (sim, usa-se Doutor para PhD, e não somente para médicos), o personagem de Jim Parsons na série The Big Bang Theory, da CBS, parece um típico vizinho na moda. Ele tem a estrutura de um homem magro, com camiseta de manga comprida coberta por uma camiseta com algum logotipo ou desenho cool. No entanto, tão logo Sheldon abre a boca (ou o buraco, segundo a Penny), percebe-se que moderno é algo que ele não é! Na verdade, é desajeitado, um ultra-cientista geek que conquista, com facilidade, um lugar dentre os personagens com menos habilidades sociais na história da televisão.
Parsons, com 36 anos de idade, incorpora tão bem seu personagem que é difícil acreditar que dê para ter uma conversa “fácil” com ele. Felizmente, ele é apenas muito bom ator. Já deveríamos saber disso – Parsons foi indicado em 2009 ao Emmy por este papel. (A injustiça é que ele não ganhou. Outra perda ocorreu inclusive no People’s Choice Awards, em que até mesmo os fãs não conseguiram fazer com que Parsons abocanhasse o prêmio. No entanto, talvez como personagem, Parsons não se dê por vencido e continue alegrando o público com seu carisma e as peripécias do Sheldon.) Ao contrario de Sheldon, o verdadeiro Parsons, o cavalheiro de Houston, ama uma boa conversa.
O Terror do Possuir

O verbo possuir tem sido difusamente usado no sentido de ter – o que lhe dá legitimidade de uso nesse sentido e bons dicionários trazem essa conotação. Mas em alguns casos, parece que fica inadequado tal uso, como em “Paciente possui o sinal de Blumberg”, “A Coreia possui vários graus de tremores”, “O paciente possui pressão arterial alta” e outros casos questionáveis.
Rigorosamente, possuir tem sentido de ser proprietário de, ser dono de, ter a posse de, ter a propriedade de: possuir objetos, bens, documentos (L. Garcia, Manual de redação e estilo, 1996; E. Martins, Manual de redação e estilo, 1997; S. N. Silva ob. cit.).
Top 10 de Livros de Vampiros

O Top 10 está de volta. Resolvi fazer uma lista com um Top 10 de livros de vampiros, sejam romances ou fonte de informações, mais uma vez, não em ordem de melhor para o pior, nem vice-versa, mas meramente uma lista relevante e comentada sobre o assunto.



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